sábado, março 14, 2009
56
O mundo está uma loucura ou sou eu que não consigo compreendê-lo ainda. Ou uma coisa ou outra. Prestes a exercer o direito consuetudinário, por assim dizer, e a regra social de crer que estou ficando mais velho [experiente, diferente] numa determinada data do ano, tenho mil e uma dúvidas na cabeça e dezenas de preocupações. Preocupo-me com os outros, comigo e com coisas que às vezes parecem não fazer sentido para aquelas mesmas outras pessoas. Talvez não haja necessidade de tanta preocupação. Talvez tudo seja um caos. Os eventos ocorram de acordo com ações, predeterminadas ou não, que levam a outras ações e assim o mundo vai. Se é assim, para que se preocupar? Não se pode ter o exato controle mesmo. Não conheço nada de psiquiatria nem sou fã de frases feitas e coisas do tipo, mas o psicanalista suíço Carl Gustav Jung numa passagem de seu livro Memórias, Sonhos e Reflexões (livro que não li, mas agradeço a arte dos quadrinhos e ao google) escreveu o seguinte: Até onde podemos discernir, o único propósito da existência humana é lançar uma luz nas trevas do mero ser. Preciso escrever mais?
domingo, março 08, 2009
Li...
A Bruxa de Portobello*, de Paulo Coelho.Dei de presente esse livro à minha namorada, Mariana, já há um tempinho e não tinha a menor pretensão de lê-lo, achava que já tinha lido o bastante de Paulo Coelho e não teria nenhuma surpresa ou não ia acrescentar nada a mais ler outro livro dele, puro engano. Talvez não devamos pensar nunca, em nenhum momento, dessa maneira.
A história do livro gira em torno de Athena, nome adotado pela personagem central em certo momento da narrativa. Um mulher que tem uma história de vida peculiar. Órfã, acredita que tem controle sobre os acontecimentos e que deve proceder de acordo com aquilo que está sendo impelida a fazer por um plano superior. Toma atitudes impulsionadas puramente pelos sentimentos. Acaba descobrindo um novo mundo e novos sentimentos, querendo encontrar respostas e desvendar esse mundo e seus mistérios. Na história, contada de um jeito diferente, no formato de entrevistas com relatos de pessoas ligadas à persnogem, é tida como uma bruxa, líder espiritual e também como uma grande e perigosa farsa.
É mais um livro do Paulo Coelho, com todos aqueles "clichês", como gosto de falar às vezes, contudo, também é um livro sobre uma mulher, que ensina sobre elas e que dá lições sobre a vida. Sempre tem algo para se aproveitar.
*Romance. Lançado no Brasil em setembro de 2006 pela Editora Planeta. Exemplar lido foi da Coleção Paulo Coelho, da Gold Editora.
domingo, março 01, 2009
quinta-feira, fevereiro 26, 2009
Fotografia
Esse imagem acima é do rio/praia de um povoado chamado Barreiras, na cidade de Coruripe, litoral sul de Alagoas. Tirei essa foto com a segunda máquina fotográfica digital que meus compraram - e eu acabei me apossando dela. O povoado nem é mais tão pouco habitado assim, entretanto, acredito que sua beleza e serenidade ainda continue intacta.
Tenho lembranças de máquinas fotográficas. Lembranças antigas. De máquinas que meus pais tiveram, que parentes e conhecidos deixavam ser vistas por mim em festas e encontros. Lembro também que eu era muito curioso e sentia vontade de mexer naquelas máquinas, pedia pra "bater" uma foto invés de sair numa. É claro que muitas das vezes os adultos me deixavam "bater" as fotos só que com a máquina fotográfica sem filme, e eu lá, clicando... Só algum tempo depois foi que entendi como funcionava realmente aquelas máquinas analógicas.
Gosto de tirar fotos. Não tenho pretensão de ser nem amador nem profissional nesse sentido, mas vou continuar a tirar fotos, registrar o que eu achar que devo. Gosto de imagens. Postarei aqui no blog, futuramente, outras que tenho.
Postei a imagem no site Overmundo em janeiro de 2007, com o título "O Lindo Encontro e Desconhecido".
Quer a imagem num tamanho grande? Clique aqui.
segunda-feira, fevereiro 23, 2009
Cinema
Ultimamente estou tentando me autoafirmar em algumas coisas. Uma delas é sobre o que gosto ou não gosto. Bom, eu gosto de cinema. Gosto de assistir filmes, mesmo ainda não entendendo muito sobre esse ato. Gosto.
Assisti alguns filmes do diretor Danny Boyle antes mesmo de saber que os filmes eram dele e gostei. Lembro que o primeiro foi o A Praia. Filme que me encantou de algum jeito estranho. Sei que ele não é uma obra prima, mas me chamou a atenção algumas coisas. Certa feita, posteriormente, assisti Extermínio, filme de terror foi a classificação dada. E gostei mais ainda. Ume estilo diferente de filmar, de compor as cenas, de mostrar a história que poderia ser facilmente esteriotipada de um jeito ruim. Foi ai que me interessei e procurei saber dos créditos. Depois comprei o dvd de Trainspotting. Gostei navamente. Quando assisti Sunshine e logo em seguinda Cova Rasa, por um acaso de passar numa seção do InterCine da Rede Globo, foi que fiquei fã, por assim dizer, do Danny Boyle. Não o conheço pessoalmente nem acho que irei conhecer, mas gosto do jeito que ele constrói seus filmes, as histórias que ele dirigiu. Simplesmente gosto, sem maiores explicações.
Já escrevi nesse blog sobre o Trainspotting, num post que teve uma abordagem sobre filmes "diferenciados". Escrevi novamente sobre Trainspotting no blog TempoModerno, aproveitando alguams coisas do que já tinha sido escrito aqui. Achei apropriado indicar aqui esse filme pelo fato de o Danny Boyle estar concorrendo ao prêmio da Academia Americana, o Oscar, de melhor diretor. Ele já ganhou os prêmios principais de outras cerimônias. Então... Enquanto eu não assisto seu mais novo longa: Slumgdog Millionaire, fico revendo os que tenho posse.
Cliquem aqui e leia a dica publicada no TempoModerno.
Assisti alguns filmes do diretor Danny Boyle antes mesmo de saber que os filmes eram dele e gostei. Lembro que o primeiro foi o A Praia. Filme que me encantou de algum jeito estranho. Sei que ele não é uma obra prima, mas me chamou a atenção algumas coisas. Certa feita, posteriormente, assisti Extermínio, filme de terror foi a classificação dada. E gostei mais ainda. Ume estilo diferente de filmar, de compor as cenas, de mostrar a história que poderia ser facilmente esteriotipada de um jeito ruim. Foi ai que me interessei e procurei saber dos créditos. Depois comprei o dvd de Trainspotting. Gostei navamente. Quando assisti Sunshine e logo em seguinda Cova Rasa, por um acaso de passar numa seção do InterCine da Rede Globo, foi que fiquei fã, por assim dizer, do Danny Boyle. Não o conheço pessoalmente nem acho que irei conhecer, mas gosto do jeito que ele constrói seus filmes, as histórias que ele dirigiu. Simplesmente gosto, sem maiores explicações.
Já escrevi nesse blog sobre o Trainspotting, num post que teve uma abordagem sobre filmes "diferenciados". Escrevi novamente sobre Trainspotting no blog TempoModerno, aproveitando alguams coisas do que já tinha sido escrito aqui. Achei apropriado indicar aqui esse filme pelo fato de o Danny Boyle estar concorrendo ao prêmio da Academia Americana, o Oscar, de melhor diretor. Ele já ganhou os prêmios principais de outras cerimônias. Então... Enquanto eu não assisto seu mais novo longa: Slumgdog Millionaire, fico revendo os que tenho posse.
Cliquem aqui e leia a dica publicada no TempoModerno.
domingo, fevereiro 08, 2009
54
Ele me persegue. Como uma sombra, como um fantasma. Às vezes fecho os olhos e vejo ele, me vejo sendo ele. Faço algo e aquilo me lembra o que ele faz e do mesmo jeito que ele faz. É impossível não ser parecido. Coisa angustiante. Até quando isso vai me perseguir?
Assinar:
Postagens (Atom)